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Vídeogame para terceira idade

Videogame é coisa de criança? Segundo Cientistas da Universidade da Califórnia, não.

As pesquisas realizadas por lá apontam que o videogame pode trazer uma série de benefícios à saúde mental e física dos idosos.


No Brasil, alguns médicos compartilham dessa mesma opinião. Segundo uma geriatra de São Paulo, com a ajuda de jogos interativos é possível retardar o processo de perda de memória e até mesmo evitar a demência.


Além da melhora cognitiva, o videogame no tratamento de idosos traz benefícios ao condicionamento físico, proporcionado força e equilíbrio, já que há jogos em que é possível simular os movimentos dos esportes.


Atualmente, existem jogos específicos para a gameterapia – como são chamadas as sessões de jogos com fins terapêuticos. Alguns são controlados pelos batimentos cardíacos do paciente, outros dependem da pressão da mão apertando um objeto para movimentar o personagem.


Se a existência de games pensados para o tratamento de idosos já é uma notícia empolgante, imagine se o idoso pudesse criar seus próprios jogos? Pois isso já é possível.


Em São Paulo, na Internacional School of Game, existe um curso que ensina pessoas com mais de 50 anos a linguagem de programação de games. De acordo com a escola, o objetivo do curso é ensinar a criação desde o planejamento, execução, trabalho em equipe, análise dos erros e correção, promovendo a sociabilidade entre os idosos participantes.


Mesmo apontando uma série de benefícios, ainda falta investimento nesse tipo de terapia em clínicas e hospitais. Porém, o cenário é de otimismo, considerando o avanço da tecnologia – que também causa impacto na medicina.

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