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Medicina e Tecnologia

Vivemos em um mundo onde tudo muda, o tempo todo. Na área da saúde não é diferente – o avanço da tecnologia também causa impacto na medicina.


A alta tecnologia na saúde está presente nas indústrias químico-farmacêuticas, nas empresas de aparelhos e equipamentos médicos e em alguns hospitais e instituições de ensino voltadas para a formação de médicos.


A tecnologia é importante para o avanço da medicina e controle de doenças, porém, o acesso a esses ainda é restrito a minorias privilegiadas em nosso país. A saúde no Brasil é extremamente deficiente e frequentemente mal avaliada pela população. A falta de investimentos nessa área atrasa a modernização do setor.


De maneira geral, o foco da modernização da medicina e dos tratamentos oferecidos está em buscar a cura e a prevenção, e não mais somente no alívio da doença. A prioridade da medicina, nesse caso, é evitar que se chegue aos hospitais.


Há uma surpreendente lista de avanços que, nos últimos anos, impactaram a medicina, como por exemplo a impressão 3D de partes do corpo e o olho biônico.


Mesmo com todos os avanços, o fácil acesso da população a internet tem feito “viralizar” novos tratamentos, procedimentos e dietas que podem, na realidade, comprometer a saúde.


Além disso, terapias alternativas tem levado pacientes a abandonar o tratamento tradicional e os medicamentos indicados pelo especialista, esquecendo-se de que algumas delas não tem comprovação de eficácia por estudos científicos.


Cabe ao profissional expor ao paciente que só pode ser considerado médico aquele que possui diploma universitário e registro no Conselho Regional de Medicina. O profissional deve ressaltar que terapeutas (holísticos, de Florais de Bach, de íris, etc) podem ter outro tipo de formação e que os tratamentos oferecidos por eles são complementares, ou seja, não devem substituir o tratamento indicado pelo médico. O médico tem o dever de orientar o paciente quanto aos riscos que essa substituição pode trazer. No caso do câncer, por exemplo, quem usa métodos não convencionais para tratar tumores tem um risco duas vezes maior de falecer, segundo estudo do National Cancer Database (Banco de Dados Nacional do Câncer, que engloba, aproximadamente, 70% dos novos casos de tumores nos Estados Unidos).

O médico deve deixar claro que práticas complementares podem ser adotadas, ou seja, usadas em paralelo ao tratamento indicado pelo profissional, porém só devem ser seguidas com seu acompanhamento.

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